Portal de Moura

Água Castello

Cooperativa Agricola de Moura e Barrancos

Herdade do Esporão

Aldeias Ribeirinhas
08-Jan-2008


Terras do Grande Lago - Alqueva

As terras do grande lago são o testemunho vivo de uma profunda transformação territorial. Outrora sedentas da água que o rio teimava em escoar para o mar, essas vivem hoje envoltas “num afectuoso abraço” de azul profundo.
Terras antes sofridas, habitadas por gentes enrugadas ao sol. Gentes hoje firmes na lembrança do que foi, mas amadurecendo o fruto de um sonho real pleno de possibilidades. Com a mesma persistência em esperança renovada.

  Alqueva - Aldeias Ribeirinhas

  Ponte de Mourão

 
As terras do grande lago oferecem ao visitante sensações únicas. Na calma serena de uma nova paisagem alagada de vida, as memórias fundem-se em novos caminhos.
Sentir a força de um querer na nova Aldeia da Luz é o exemplo primeiro. Usufruir do património arqueológico e arquitectónico é visitar Alandroal, Juromenha e Terena; subir a Monsaraz e continuar pelos castelos de Portal, Serpa, Moura, Mourão, Alconchel e Olivenza.
Encontrar o elixir da tranquilidade é demorar-se nas aldeias brancas ribeirinhas, de soleiras lavadas e ruas varridas.
Deixar-se seduzir pela prática de actividades náuticas várias e pelo deslumbramento de uma viagem planada em amplos horizontes é “mergulhar” nas águas mansas do Grande Lago, rendilhadas por inúmeras ilhas e longos braços.
Aconchegado em hospitalidade inigualável, o visitante é obrigado a render-se à arte de bem cozinhar e todo a zona”. Degustar a magnífica gastronomia regional temperada de sabores naturais que se confundem com a paisagem e com os sons da natureza é deleitar-se em autêntica sinfonia de prazer. Repousar nas tranquilas unidades hoteleiras da zona, integradas na típica arquitectura urbana ou associadas a uma paisagem matizada de cores fortes, é ouvir em harmonia os barulhos do silêncio.
Recordar a passagem por estas terras é ainda poder adquirir produtos moldados pelo saber fazer em experiência secular e activamente conservada.
Nas terras do Grande Lago a vida renasce. Venha senti-la.

Aldeias Ribeirinhas (18)

1. Alqueva
2. Amieira
3. Campinho
4. Capelins
5. Cheles
6. Estrela
7. Granja
8. Juromenha
9. Luz
10. Marmelar
11. Mina da Orada (Pias)
12. Monsaraz
13. Monte do Trigo
14. Pedrógão
15. Póvoa S. Miguel
16. São Marcos do Campo
17. Telheiro
18. Villareal


Características de algumas Terras em volta do Grande Lago.

Campinho

Aldeia pertencente ao concelho de Reguengos de Monsaraz, com aproximadamente 917 habitantes residentes, É também uma das aldeias Ribeirinhas do Grande Lago do Alqueva, do qual dista poucos quilómetros.
Em 13/10/1957 foi inaugurada, pelo arcebispo D. Manuel Trindade Salgueiro, a igreja do Sagrado Coração de Jesus. A cerca de 2 Km da aldeia, destaca-se também a Ermida de Santo Amador, datada do início do século XVIII.

Monte do Roncão

O Monte do Roncão é uma vasta propriedade agrícola pertencente à casa de Bragança. Fica localizada na freguesia de São Marcos do Campo, a cerca de 8 Km desta, confinando com o rio Guadiana. Da sua utilização como couto de caça por diversas famílias reais, destaca-se a vista de D. José I, em finais de Abril de 1751, tendo depois partido para Vila Viçosa para receber os cumprimentos do Cabido de Sé de Évora pela sua feliz aclamação, segundo Túlio Espanca. O casario do monte agrícola desenvolve-se a partir de um pátio interior, sendo formado por: palacete de caça, ermida de Nossa Senhora da Conceição, lagar, cavalariças e outras instalações necessárias para um complexo agrícola desta dimensão.

Amieira

Aldeia Ribeirinha localizada entre a Ribeira da Amieira e o rio Degebe, pertence ao concelho de Portel e tem cerca de 436 habitantes. A Amieira te uma origem antiga, pois já se alude aos seus habitantes em documentos datados do século XIII (1263). Na zona envolvente desta aldeia, destaca-se a igreja de Nossa Senhora da Neves, fundada no período medieval e mais tarde reconstruída. No interior desta povoação, salienta-se igualmente a Ermida de S. Romão, provável construção do século XVII.

Alqueva

  Alqueva

  Alqueva

Localizada a 6 Km da grande Barragem e a 20 Km da sede de concelho, Alqueva é a aldeia Ribeirinha que cedeu o seu nome ao empreendimento gerador do maior lago artificial da Europa. Há registos históricos relativos a Alqueva desde o século XIII e do seu património edificado destacam-se a Ermida de Santo António e a Igreja Paroquial de são Lourenço, reconstruída depois do terramoto de 1755.

Moura

  Cidade de Moura

  Cidade de Moura


Localizada a 12 Km do paredão da Barragem de Alqueva, é a cidade mais desenvolvida perto do Grande Lago com cerca de 16 590 habitante no concelho (Santo Agostinho, S. João Baptista, Amareleja, Safara, Santo Aleixo, Sobral da Adiça, Póvoa S. Miguel e Santo Amador.
Nas palavras de Joaquim Costa, um poeta da cidade, Moura é um "Oásis verdejante" no seio de um mar de "searas douradas". Os jardins frescos por onde alastra a luz ardente do Alentejo, a água límpida das fontes milagrosas, a simplicidade e sabedoria das suas gentes, testemunhas vivas de tradições seculares, são por si só uma promessa de tranquilidade e acolhimento.
Moura é uma cidade sempre a ter em conta quando se fala em visitar o Grande Lago.

Estrela

  Aldeia da Estrela

  Aldeia da Estrela

Localizada actualmente ao longo de uma península, a Estrela é uma pequena aldeia com cerca de 125 habitantes, pertencente á freguesia de Póvoa de S. Miguel, concelho de Moura.
Do seu casario destaca-se a sua igreja com fachada singela e portal em pedra de mármore encimado por frontão triangular. Por cima deste situa-se uma pequena janela rectangular. No lado esquerdo encontra-se uma pequena torre sineira.

Antiga Aldeia da Luz

Implantada num vale, o casario branco da antiga aldeia da luz destacava-se pela sua singeleza, com suas sinuosas e um harmonioso conjunto edificado. A diversidade das habitações, a sua coerência de escala com a dimensão do aglomerado e a simplicidade das suas soluções construtivas definiam a imagem da aldeia. Localizada entre o castelo da lousa e a Igreja de Nossa Senhora da Luz foi demolida em 2003.
A antiga igreja de N. S. da Luz resultou da aparição de Nossa Senhora ao Pastor Afonso Anes. De origens lendárias transmitidas por Frei Agostinho de Santa Maria, este Santuário encontra-se a cerca de 800m da antiga aldeia da luz. A antiga igreja foi acumulando sucessivas transformações ao longo dos séculos XV, XVI  e XVII.

Luz

A nova aldeia da Luz, com cerca de 373 habitantes, foi relocalizada no topo de uma pequena cumeada entre as cotas 160 e 170 m. Com um enquadramento paisagístico completamente diferente, os seus habitantes passaram a ter um contacto visual privilegiado com o castelo de Mourão, Monsaraz e o plano de água. Adoptando as comodidades modernas, a aldeia nova mantém, contudo, uma arquitectura que incorpora os elementos tradicionais, resultando numa síntese entre a tradição e a inovação. A aldeia da Luz simboliza a nova esperança criada com o grande lago Alqueva.
A nova igreja de N. S. da luz, inaugurada em 2003, evoca a antiga uma vez que é semelhante, tendo-se recorrido, para isso, a um levantamento arquitectónico rigoroso e à utilização de métodos e técnicas de construção tradicionais. Tais factos permitiram a integração dos elementos de cantaria mais representativos da antiga igreja como o portal gótico, o púlpito, a pia baptismal,…
A não perder, a visita ao Museu da Luz.

Mourão

  Mourão

  Mourão

A presença de Mourão faz-se sentir através da imagem secular do seu imponente  castelo. Conquistado aos mouros, entrou no poder da coroa portuguesa (1271-73) como dote de casamento de D. Beatriz de Gusmão com D. Afonso III de Portugal. O filho deste, D. Dinis, confirmou a carta de foral de 1296 e, em 1298, promoveu uma acção de beneficiação do Castelo. Em 1343, D. Afonso IV procedeu ao levantamento da torre de menagem. A fortificação sofreu várias intervenções nos séculos XV e XVI, bem como após as guerras da Restauração, que lhe confirmam a sua actual configuração. O casario, com as ruas típicas e chaminés mouriscas, estende-se encosta abaixo, centralizando-se na actual Praça da República.

Vila Velha de Mourão

De origem desconhecida e envoltas as razões do seu abandono numa intricada lenda, a Vila Velha foi alvo de escavações arqueológicas antes de ficar submersa pelas águas do Guadiana.
Das componentes encontradas destaca-se uma necrópole associada a uma igreja, bem com a identificação de uma zona habitacional de grandes dimensões.

Monsaraz

  Monsaraz

Monsaraz
 


No horizonte ergue-se a povoação fortificada de Monsaraz, num singular e antigo conjunto arquitectónico, evocando outras épocas e memórias, visíveis na sua arquitectura, nas suas ruas calcetadas e estreitas, nas cisternas, nos portais de pedra…
Palco de sucessivas ocupações históricas, este lugar foi definitivamente conquistado em 1232 por D. Sancho II, com o auxílio de cavaleiros Templários. Actualmente é um dos guardiães das terras do Grande Lago Alqueva.

 
             
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