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Central Fotovoltaica
29-Ago-2008


A Câmara Municipal de Moura e a empresa Acciona Energia assinaram, no dia 20 de Setembro de 2006, um acordo para a aquisição das acções da Amper Central Solar, SA detentora da licença para o desenvolvimento do Projecto de Energias Renováveis de Moura, cuja face mais visível é a Central Fotovoltaica de Amareleja.

 Central Fotovoltaica Moura/Amareleja

O acordo ronda os 250 milhões de euros (50 milhões de contos), compreendendo a Construção da Central Fotovoltaica de Amareleja, uma fábrica para a construção de painéis fotovoltaicos dirigida para o mercado nacional e internacional e um conjunto de medidas com carácter social e de viabilização da investigação.

 Central Fotovoltaica Moura/Amareleja

Três milhões de euros é o montante assegurado no Acordo para a constituição de um Fundo que servirá de suporte ao processo de desenvolvimento do Tecnopolo de Moura, equipamento que abrirá os caminhos da investigação científica nas tecnologias de energias renováveis no concelho. Foi ainda acordado a constituição de um Fundo Social no valor de 500.000 euros, para construção pela Câmara de infraestruturas municipais.

 Central Fotovoltaica Moura/Amareleja

O Projecto de Energias Renováveis de Moura é um passo determinante para o desenvolvimento integrado do concelho de Moura.

A Central Fotovoltaica em Amareleja

Num investimento de 237,6 milhões de euros para produzir energia "limpa" para a rede eléctrica nacional durante 25 anos, a Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, com uma capacidade instalada de 46,41 megawatts (MW) pico e 35 MW de potência de injecção na rede, está a ser construída num terreno de 250 hectares, na freguesia de Amareleja, concelho de Moura e considerada a "terra mais quente de Portugal", devido aos recordes de temperatura máxima no Verão.

 Central Fotovoltaica Moura/Amareleja

Na primeira e presente fase, a central está a produzir e injectar energia na rede pois encontram-se instalados os primeiros 2,5 MW.

Segue-se a instalação dos restantes MW, altura em que a central deverá começar a funcionar em pleno, para produzir cerca de 93 mil MW.h de energia por ano, o suficiente para abastecer 30 mil habitações.
A energia vai ser injectada na subestação de Amareleja, na primeira fase, e, posteriormente, na subestação de Alqueva, quando a central estiver a produzir em pleno.

Com 2.520 seguidores solares azimutais, equipados com 104 painéis solares cada um, a central será a maior do mundo, em potência total instalada e capacidade de produção, mais do quádruplo do que o actual maior complexo do género, situado no concelho vizinho de Serpa, com 11 MW de potência instalada e que começou a produzir energia em pleno no final de Março de 2007.

 Central Fotovoltaica Moura/Amareleja

Os seguidores solares azimutais são dispositivos mecânicos que orientam os painéis solares a seguir perpendiculares ao sol, desde a alvorada, a Este, até ao poente, a Oeste.

Os painéis solares, que convertem a energia da luz do sol em electricidade, foram adquiridos a um fabricante chinês, "o único que demonstrou capacidade para fornecer os painéis necessários para equipar toda central".

Sem custos de fuel ou emissões, a central, por cada 90 mil MW.h de energia produzida, vai permitir poupar 152 mil toneladas de emissões de gases de efeito de estufa (CO2) em comparação com uma produção equivalente a partir de combustíveis fósseis.

O projecto da central prevê criar "cerca de 15" postos de trabalho permanentes, a maioria nos serviços de manutenção.

A central vai posicionar o concelho de Moura numa posição muito importante a nível mundial no sector das energias renováveis" e "poderá atrair outros investimentos associados, destacando-se a fábrica de assemblagem de painéis solares, também propriedade da Acciona e em construção em Moura.


A Central Solar Fotovoltaica de Amareleja vai é a quarta instalação do género no Baixo Alentejo, depois da Central Solar de Energia Fotovoltaica de Serpa, do Parque Solar de Almodôvar (2,15 MW) e da Central Solar de Ferreira do Alentejo (1,8 MW).

Para a construção da central, o Conselho de Ministros aprovou, no início de Janeiro de 2008, a exclusão, do Regime Florestal Parcial, de uma área de 114 hectares, situada na freguesia da Amareleja e pertencente ao perímetro florestal das Ferrarias.

Como compensação, o Governo irá submeter a Regime Florestal Parcial uma área no concelho de Moura no mínimo igual à ocupada pela central.

 Central Fotovoltaica Moura/Amareleja

Fonte Texto: Agência Lusa

 
             
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